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Dinheiro do petróleo e da grande mídia financia o Greenpeace – sério mesmo?
by Rodrigo Diniz Rosa on jul.02, 2010, under Mobile
A organização ecologista mais famosa do mundo recebe doações de grandes magnatas do petróleo, do setor automotivo e da mídia. O caso mais gritante é o dos Rockefeller — acionistas e fundadores de petrolíferas como a Exxon Mobil. Sua fundação financiou o Greenpeace com mais de um milhão de dólares.
* Por Manuel Llamas, no blog Libertad Digital
VERMELHO, 22 de Junho de 2010 – 7h40
O Greenpeace, a organização ecologista mais famosa e, possivelmente, poderosa do mundo, é financiado por meio de doações voluntárias, que seus membros realizam anualmente. Segundo rezam seus estatutos, a fim de “manter sua total independência, o Greenpeace não aceita dinheiro procedente de empresas, governos ou partidos políticos. Levamos isso muito a sério e controlamos e devolvemos os cheques quando são provenientes de uma conta corporativa. Dependemos das doações de nossos simpatizantes para levar a cabo nossas campanhas não violentas para proteger o meio ambiente”.
Entretanto, tal lema não inclui as generosas doações que habitualmente a organização recebe de grandes fundações e organismos sem fins lucrativos que, curiosamente, pertencem a grandes famílias e magnatas vinculados ao petróleo, ao sistema financeiro, aos meios de comunicação e, inclusive, à indústria de automóveis.
Como assim? A ONG ambientalista por excelência financiada com dinheiro gerado por alguns dos setores produtivos mais contaminantes do planeta? Uma investigação mias acurada nas opacas contas desta organização revela grandes segredos e, sobretudo, muitas surpresas.
O Greenpeace conta com múltiplas filiais, espalhadas por todo o mundo, mas uma das mais poderosas e influentes é, sem dúvida, a sede estabelecida nos Estados Unidos. A franquia do Greenpeace local conta com quatro fachadas: Greenpeace Foundation, Greenpeace Fund Inc., Greenpeace Inc. e Greenpeace Vision Inc.
O projeto Activist Cash, criado pelo Center for Consumer Freedom — uma importante associação de consumidores estadunidenses —, revela algumas das fontes de financiamento mais polêmicas deste grupo apologista da ecologia. ??O projeto surgiu com a ideia de levantar informações sobre o perfil e os recursos econômicos dos grupos anticonsumo. E, como não podia deixar de ser, a entidade dedica um espaço exclusivo para o Greenpeace. Segundo o Activist Cash, o Greenpeace recebeu importantes doações das seguintes fundações, tal e como revela o gráfico abaixo:

Agora, quem são estes grupos? São fundações que pertencem a algumas das famílias mais ricas do mundo, cujas fortunas procedem dos negócios do petróleo, do setor automotivo e os grandes grupos de comunicação estadunidense. O blog Desdeelexilio investigou estas cifras para conferir a quantia e a veracidade de tais doações e o resultado é o seguinte:??O fluxo de dinheiro entre as franquias do Greenpeace com sede nos Estados Unidos é constante. A legislação americana obriga estes organismos a apresentarem anualmente uma declaração de impostos na qual figuram as rendas e as despesas.
A informação anual do pagamento de impostos de tais filiais se encontra nos denominados IRS Form 990 (Return of Organization Exempt From Income Tax). Em tais documentos oficiais, aparecem em detalhes algumas das tais doações ao longo dos últimos anos.
Rockefeller Brother´s Fundation: US$ 1,15 milhões de dólares
De 2000 a 2008 a fundação da família Rockefeller financiou o Greenpeace com US$ 1,15 milhões. A fortuna dos Rockefeller procede dos negócios petrolíferos.??John D. Rockefeller fundou a empresa Standard Oil, que chegou a mopnopolizar o negócio do petróleo no princípio do século 20. Entretanto, o governo dos Estados Unidos acusou a empresa de monopólio e decretou sua divisão em 34 empresas, embora os Rockefeller mantivessem sua presença nas mesmas.
A mais famosa é, atualmente, a Exxon Mobil Corporation, uma das maiores multinacionais petrolíferas do mundo. Os descendentes de John D. Rockefeller são acionistas da Exxon Mobil. Embora minoritários, possuem todavia uma grande influência e peso na empresa. Os Rockefeller também têm ou tiveram presença em grandes bancos como o JP Morgan Chase & Co (Chase Manhattan Bank), o Citybank, que, por sua vez, possuem participações em grandes petrolíferas internacionais.

Marisla Foundation: US$ 460 mil
Tal fundação também é conhecida sob o nome de Homeland Foundation. Foi fundada em 1986 pela poderosa família Getty. J. Paul Getty fundou a petrolífera Getty Oil, agora nas mãos da russa Lukoil.

Turner Foundation: US$ 450 mil
A Turner Foundation foi criada por Robert Edward Turner em 1990. Ted Turner é um dos grandes magnatas da comunicação nos Estados Unidos, dono de conhecidas cadeias de televisão como CNN, TNT e AOL Time Warner, entre outras coisas. Doou em apenas três anos US$ 450 mil ao Greenpeace.

Charles Stewart Mott Foundation: US$ 199
Charles Stewart Mott foi o pai do terceiro grupo industrial automotivo do mundo, a General Motors. Antes de declarar-se falida, em junho de 2009, esta indústria fabricava seus veículos sob marcas tão paradigmáticas e pouco contaminantes como Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e o famoso Hummer, que participa da ocupação do Iraque sob o nome de Humvee.

No fim das contas, não deixa de ser supreendente que uma das organizações ecologistas mais ativas contra a emissão de CO2 na atmosfera aceite suculentas somas de dinheiro de algumas das principais referências mundiais do setor petrolífero e automobilístico. Sobretudo, se for levado em consideração que o Greenpeace realiza campanhas que acusam os céticos da mudança climática de receberem dinheiro do setor petrolífero e de grandes empresas industriais.
Fonte: Libertad Digital
—- Agora eu é que pergunto:
Será que devo cancelar minha contribuição mensal ao Greenpeace? Ética? Será que uma organização pode sobreviver no âmbito mundial apenas com pequenas doações ? Isto não seria um tipo de “mal necessário”?
Ou melhor, as grandes poluidoras do mundo não deveriam ser OBRIGADAS por lei a financiar esses grupos?
Quer trabalhar com Joomla! ? Comece sendo um bom profissional web
by Rodrigo Diniz Rosa on mar.27, 2010, under Gerenciamento, Joomla!, Mobile, Pessoal, Tec
Recebi há pouco um email do Bruno … da Puc de Campinas. Pedindo dicas e orientações sobre para quem vai trabalhar com Joomla!. Bom, passo aqui apenas as minhas dicas ok? Outros excelentes profissionais como o Ronildo Costa e o Fift podem ter outras técnicas e opiniões.
Além do Joomla! Espero que estas dicas sejam válidas para outros profissionais também.
Primeiro, o designer ou programador:
Em nove anos de projetos, vi e vivi diversas situações, boas e ruins, com diferentes tipos de freelancers trabalhando comigo. Com base nisso, pude formar a opinião sobre um bom profissional de internet para os dias de hoje.
Conhecedor - o profissional tem que ser curioso dinâmico e aberto à experiências. Além de estudar muito, para dominar a técnica que mais lhe agrada, sim dominar!, ele deve ler blogs, feeds, sair pra jantar em plena segunda feira com uma pessoa que acabou de conhecer, saltar de Bungee Jump, comer ostras, ler Harry Potter e depois a biografia do Cazuza, ouvir Raul Seixas e depois Bach. Enfim, qualquer coisa pode virar uma boa experiência e uma boa vivencia para a mente planejadora de um profissional web. Experiências de vida também viram boas idéias atrás de uma mesa e limpam a nossa mente para termos o foco necessário para solucionar um problema ou criar algo que inove. Portanto, profissionais web, vivam, vivam muito. Eu por exemplo, estou no quarto com copo de suco, um cigarro e ouvindo Antônio Nóbrega (hein?). Sim, essa é a situação que me agrada neste momento para começar a rascunhar este texto.
Disciplinado - “Ahh, vou trabalhar em casa como freelancer, comer hambúrguer todo dia e assistir TV até a hora do Vale a pena ver de novo” Papo furado, isso não cola. A disciplina rege a vida dos melhores designers e programadores do mundo. E todos recomendam isso! Não tenha pressa, trabalhe sua disciplina e seus processos de organização, planejamento e produção com calma. Vá à tentativa e erro até acertar o melhor conjunto de procedimentos e técnicas para você. O tempo passa e isso é bom, só com o tempo é que amadurecemos como se deve.
Um bom começo é pelas técnicas de organização pessoal, como o famoso método GTD. Aprenda a customizar seu tempo de trabalho, seja em casa ou na empresa, com o tempo de lazer, seja comendo num restaurante Malaio perto da Paulista ou assistindo um filme com a namorada e o cachorro. Recomendo os sites da Garota sem fio, Efetividade.net e o Fala Freela. São bons começos. Organização é antecipação! E isso vale ouro e neurônios. Busque também ferramentas que lhe ajudem a ter mais controle e planejamento sobre os projetos. Como o MS Project e o ClockingIT (Ambos, ministro treinamento aqui em Belo Horizonte
Na Trena Arquitetura e Cursos, olha o jabá). Mas, sério, tirando o jabá, além das duas acima, existem opções ótimas como o I Deskera e o OpenProj. Ai vale também a disciplina! Projetos não se atualizam sozinhos! E não geram resultados sozinhos! Reserve uma hora por semana e umas duas horas na sexta feira para atualizar e planejar sua próxima semana.
Que tal organizar a semana com o Mind Meister?
Compromissado - O profissional web deve ser compromissado tanto com o trabalho como com o recebimento! Um projeto bem organizado faz uma parte do projeto a cada dia, segue o cronograma previsto (sim, previsto, aprenda a prever intempéries no projeto, elas sempre aparecem para “temperar” nossos dias). Tenha ciência também que atrasos de pagamento existem e devem ser previstos. Nada pior que um designer desesperado para receber. Mas não seja o “Zé Mané” da história. Armes se com um bom sistema de boletos, aceite pagamentos via cartão de crédito, como os oferecidos pelo PagSeguro e o Pagamento Digital e sabia realizar cobranças e, principalmente, aprenda a dizer não para aqueles clientes que vem com prazos loucos de projetos “urgentes”.
Networking – yeah! Aprenda a fazer networking e separe 2h por semana para isso. Dicas muito bacanas estão disponíveis no Efetividade.net.
Conheça o mundo da mobilidade – as dicas sobre mobilidade são ótimas no blog da Garota sem fio. Depois, aprenda a carregar projetos, apresentações e um portfólio no seu smartfone.
Bom, o Joomla! :
Se você quer começar com Joomla! Saiba o seguinte:
Ele é simples e “facinho de trabalhar” para quem quer layouts comuns e com poucos recursos, como um site html. O Joomla! é um “framework” poderoso e muito flexível. Muito customizável, seguro, estável e com uma comunidade maravilhosa e ativa mundo a fora! Você nunca esta desamparado com a comunidade Joomla, como o fórum de língua portuguesa do Joomla.org. Todo seu potencial pode ser explorado por profissionais que se identificam com os quesitos acima. Só assim, um projeto em Joomla! pode fluir até para resultados inesperados, mas positivos.
Sua constituição é simples:
Código fonte aberto x página de administração (back end) e h0me page (front end), Com um sólido (o mínimo sempre produz resultados de igual tamanho) conhecimento de php e css, pelo menos, seus módulos, componentes e plugins podem produzir em tempo otimizado projetos tão valiosos como os desenvolvidos por grandes empresas.
Não vou me aprofundar em questões técnicas ou de desenvolvimento aqui, no site do Imasters, Ronildo Costa, Bigodines, Majour e o Joomla Minas vocês terão conhecimentos suficientes e melhores do que neste artigo, leitura obrigatória hein.
Alternativa muito bacana com o Joomla! é o comércio eletrônico, que não tem segredo nenhum. Você:
Instala o Joomla!;
Configura a Virtue Mart;
Implanta as opções de pagamento do PagSeguro, Paypal ou Pagamento Digital;
Integra com o Google Analytics;
Coloca num servidor seguro com Https e pronto!
É, não tão “pronto” assim. Rodar uma loja virtual como a Virtue Mart, ou mesmo a Oscommerce, Zencart, Magendo ou OpenCart, requer um procedimento que descrevo, de forma simplificada abaixo:
Depois de instalado, você muito provavelmente encontrara erro de classes php, permissões de arquivo, caracteres provavelmente em ISO e não em UTF-8;
Terá de customizar a loja, reajustando o CSS de módulos, alterando cores do template(dica, use o add on Web Developer do Firefox + firebug e o Yslow – controlando assim a busca de arquivos e desempenho), ajustando o “posicionamento” dos arquivos .js da home e muito mais(O Amaya Web Browser auja e muito). A lista pode ser grande.
Nessa hora, planeje bem o tempo disponível para corrigi-las, pois serão as horas mais maçantes do projeto. Algo do tipo “Search and Destroy” que, ao final, virá um belo e sonoro “Hasta la vista Baby“. Nesta hora é importante não desanimar! Mas também sempre avaliar a relação custo x tempo.
Outra dica interessante de projetos de loja virtual com Joomla! é a E-Joom Hard Pró, usei e gostei.
Pra finalizar, os preços. Designer ou programador não é prostituta barata gente! Avalie seus preços e valorize seus conhecimentos e o tempo disponível para os projetos. Na hora de elaborar seus preços, rascunhe uma previsão com folga para a execução do projeto, riscos, intempéries, material necessário, compras (gente, não é muito válida a visão de podermos pegar tudo de graça na net para nossos projetos, as vezes, vale, e muito, comprar um módulo, componente, plugin ou um serviço de outros desenvolvedores ou empresas, além de valorizar a profissão mundo afora ganha-se tempo em certas etapas do projeto), e tudo o que virá pela frente com este projeto. Ai sim.
Não, não é que designer/programador caro é bom e barato é ruim. Você sempre terá projetos de R$ 600,00 ou R$ 6,000.00 pela frente. O que deve ser considerado são os pontos do projeto, ai você terá um valor justo e com margem para negociação. Neste ponto, valem as dicas do Bruno Ávila em seu post, “Aprenda a dizer não”. Tenha calma e tempo para gerenciar a parte financeira, dance conforme a música e sempre busque formas de aperfeiçoar a parte financeira da sua empresa ou de você mesmo.
Bom, é isso ai.
Ahh! E não se esqueçam da Hora do Planeta hoje hein. Agora passei a ouvir Boy Hits Car e abri uma long neck. Já desisti, vou sair do micro e assistir Vídeos Divertidos do Animal Planet. Abraços
Review de apps para Iphone
by Rodrigo Diniz Rosa on nov.16, 2009, under Mobile
Tem horas que ficar vasculhando a app store atrás de programas cansa não? Tantas opções, mas também, tanta inutilidade e limitações nos programas que você acaba desinstalando tudo depois.
Pra facilitar, procure reviews de milhares de apps no iWkiPhone, uma wiki com informações e opiniões sobre as apps. Vale a pena conferir.
Moblin – Linux para Netbook
by Rodrigo Diniz Rosa on set.18, 2009, under Mobile
Outra distribuição linux com uma experiência de usuário muito bacana
Desenvolva para iPhone e Android com apenas uma plataforma
by Rodrigo Diniz Rosa on ago.25, 2009, under Mobile

O Titanium Mobile é uma ferramenta que facilita a vida de desenvolvedores iniciantes e intermediários, permitindo a criação de aplicativos para o iPhone e para o Android no mesmo projeto.
O iPhone já consagrou uma fatia nesse mercado, com cerca de 46 milhões de usuários à disposição dos desenvolvedores. O mercado está amadurecendo e ainda existe espaço para todos, mesmo tendo que achar seu lugar ao sol em um universo de mais de 50 mil aplicativos já disponíveis. O Android, que avança mais lentamente mundo afora, já possui estimativas entre 100% e 900% de crescimento nos próximos 3 anos. Sim, 900% entre os otimistas. Além atuar no terreno dos smartphones e cia, ele vai atuar em diversos modelos de netbooks.
Estas duas plataformas estão em alta no mercado, porém para uma é necessário dominar o Objective-C e, para a outra, o Java. Então, para quais destas se dedicar? Como conciliar seus trabalhos do dia-a-dia? Dá tempo? E se eu largar tudo para concorrer aos milhões do Google Code? Quem dera, né?
A especialista em desenvolvimento em código aberto Appcelerator facilita a vida dos desenvolvedores com uma ferramenta que permite aplicações nativas do iPhone e Android construídas com tecnologias web, um framework diferente e ferramentas para integrar a atual comunidade de desenvolvedores. Está em fase beta um novo módulo voltado a aplicativos móveis da plataforma Titanium, que permite criar aplicativos ricos não só para dispositivos móveis, mas também para desktop e para a internet, numa aplicação muito amigável, intuitiva e lotada de fontes de informação de fácil acesso.
A idéia do Titanium é não precisar dominar linguagens específicas para cada plataforma, sendo possível, assim, desenvolver suas aplicações abusando de suas habilidades em JavaScript, HTML ou CSS.
Com Titanium, vocês obtêm acesso a dispositivos nativos como GPS, sistemas de arquivos locais, banco de dados, fotos e outros. Suas aplicações poderão ser ótimas porque elas podem usar elementos nativos de UI (Interface com o Usuário), transições, estilos e elas executarão perfeitamente em ambos os dispositivos (iPhone e Android), porque a ferramenta compila o Titanium para os códigos nativos de cada tipo de dispositivos.
A versão mobile, que é integrada ao Titanium Developer, ainda está em fase beta. Na seção de downloads, preencha um formulário de requisição para beta tester e espere os e-mails de confirmação. A versão para desktop da plataforma é distribuída gratuitamente sob licença Apache Public License v2 e pode ser baixada no site da Appcelerator.
Embora a Titanium seja gratuita, a companhia planeja faturar oferecendo serviços de teste e análise dos aplicativos criados na plataforma. Um representante do grupo lhe envia um e-mail diretamente oferecendo os benefícios do servido pago, que são bons mesmos até você dominar completamente o ambiente.
Para mais informações acesse o site da Appcelerator e TechCrunch
Outra boa dica são os Webcasts sobre a ferramenta, real time, com vídeo, audio e chat, seguindo a mesma linha dos webcasts do Google Adwords, porém, para acessar você precisa se cadastrar e receber um e-mail “Get Start with Titanium Mobile”.
Referência de javamovel.com





