
QR Code do site da Pela Estrada
Desenvolvido pela japonesa Denso-Wave em 1994, o código de barras em 2D é como uma matriz bi-dimensional com o mesmo princípio do código de barras. Pode ser interpretado pela maioria dos aparelhos celulares, mesmo com câmeras de baixa resolução. Febre no Japão desde de 2001, mas existe desde a década de 1990, paralelo ao código de barras que se espalhava pelo Brasil. Muitos o vêem como a ponte entre o mundo real e o virtual, gerando inúmeras possibilidades, ato chamado de hardlink.
O uso do sistema começou nos EUA na manhã de 26 de junho (às 08h01 am) de 1974, com um cliente que comprou um pacote com 10 chicletes Wrigley. – Esta embalagem ficou famosa e hoje está exposta no Museu Nacional da História Americana do Instituto Smithsonian.
O código de matriz QR Code, tem sua capacidade ampliada freqüentemente, mas uma das funções mais “adoradas” é o acesso a endereços de sites tirando apenas uma foto com o seu celular. “Yep!”, isso mesmo. O usuário está lendo uma revista, acha um anúncio interessante que, no final da página geralmente, vem com um QR Code. Ele tira uma foto do código e um programa interpreta automaticamente o registro e redireciona o usuário para o site do anunciante.
O código pode guardar vários tipos de informações, desde o preço das mercadorias, que é o uso mais comum, até endereços de sites, e-mails, telefones e mesmo trechos de texto e tem até gente montando aquelas imagens bacanas de caracteres ASCII. Já que esta codificação pode armazenar de 12 a 100 vezes mais que o código de barras tradicional.
Tem gosto para tudo, camisetas, gravatas, adesivos, imagens em blogs, com a API do Google, assinaturas de e-mails, nos aparelhos móveis e celulares.
O QR Code Generator, pode ajudá-lo na criação do seu código, usando o PC e para dispositivos mobile tem o Quickmark QR Code. É muito simples e prático. Com certeza, novas aplicações para o QR Code irão aparecer mundo a fora, mas, creio, que essa moda ainda pode pegar no Brasil.
Experimente e vicie, com moderação.
